Terça-feira, 24.01.12

Uma percentagem considerável de amigos e pessoas minhas conhecidas tem uma relação com uma pessoa do sexo oposto, que por usa vez já é pai/mãe, fruto de uma relação anterior!

Peculiar...



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Segunda-feira, 23.01.12


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Sexta-feira, 20.01.12

 

"Nós partilhamos um quarto, mas dormimos separados. Ela na cama e eu na banheira"- Cocas, o Sapo em entrevista acerca da sua duradoura relação com Miss Piggy.



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Terça-feira, 17.01.12

Uma colega minha de trabalho diz que a palavra dela para este ano é "desacelerar". Depois de uma mudança de casa e uma série de outras reorganizações impostas na vida pessoal, este ano vai abrandar o ritmo.

Ao contrário do tradicional pedido de desejos à meia-noite, esta ideia de definir objectivos em torno de um conceito agrada-me muito mais. Fiquei a pensar nisto e a primeira palavra que define os meus objectivos a curto / médio prazo é "empreender". E a(s) vossa(s)?

 



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Sexta-feira, 13.01.12

Cada vez que vejo o anúncio(???) de péssima qualidade que põe o Futre a falar sobre mais um magnífico aparelho para emagrecer o bolso dos portugueses, tenho de me beliscar.

Mas que falta de sorte a nossa em ter de ver este tipo que ao que tudo parece, enche as calças com meias, a tentar usar a sua imagem de figura pública (???) para chegar ao consumidor. Dá-me vómitos e deixa-me perplexa ao que as pessoas se sujeitam e são sujeitadas. Ah! Gosto muito dos testemunhos das meninas que não são portuguesas e ainda mais do tipo de bata branca que encarna a personagem de médico. É quase tão bom como o anúncio da baba de caracol com o seu escândaloso photoshop!!



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Quarta-feira, 11.01.12

Discutia-se hoje num programa diário matinal sobre a emigração. Os exemplos apresentados serviam para quase todas as habilitações existentesno mercado portuguê. Houve no entanto uma coisa que me preocupou: a ligeireza. Apesar de se passar a imagem que "lá fora" há muito trabalho, horas sem fim a para ser pagas ao dobro ou triplo do habitual em terras lusas, reconhecimento do valor de cada um, qualidade de vida superior, esqueceram-se de mostrar aqueles que são explorados e vivem em armazéns ou garagens sem as mínimas condições. O lado negro deste movimento de massas que infelizmente ainda se sucede.

Essa ligeireza, dizia eu, preocupa-me porque eu também emigrei. Deste lado tinha quase tudo à minha espera, de modo que nunca senti falta das coisas mais básicas e das menos básicas até. Fui e sou uma sortuda.

Quando falo com colegas que pensam em emigrar, aconselho aos que não têm empréstimos ou filhos a tentar agora ou nunca. Sem encargos nada prende uma pessoa a ganhar raízes que não a própria vontade. Saber a língua do país acolhedor é fun-da-men-tal. Essa ideia que dominar o inglês é suficiente, dura pouco, pois mais cedo ou mais tarde temos de comunicar com os locais na língua deles para coisas banais ou para tratar de burocracias. Imaginem o que seria trabalhar e fazer um curso de línguas em período pós-laboral! O básico (A2 ou B1) aligeira imenso o processo de integração e causa uma impressão muito positiva no novo país.  Outro aspecto fundamental: não venham com uma mão à frente e outra atrás à aventura. Se tiverem posses económicas, preparem algumas economias para tampão. Se as finanças forem fracas, procurem lidar com pessoas sérias e honestas e assegurem-se dentro dos possíveis que não caem em más mãos. Aconselhem-se na internet, em blogs de pessoal emigrado, com conhecidos, enfim. (Se gostarem de risco máximo, ignorem estas dicas!)

Jovens, as oportunidades constroem-se, por isso, ide à luta se for esse o vosso desejo, mas nunca sem fazer os trabalhos de casa. O processo pode ser moroso.



© Miss G às 16:32 | | comentar

Terça-feira, 10.01.12

Mal posso esperar para resolver a lista de tarefas que o meu chefe aproveitou para me deixar enquanto estou em casa de baixa. Adoro sentir-me útil e valorizada! What a kick!



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